Havia uma sociedade em uma época qualquer, de um mundo qualquer.
Nela, as pessoas viviam como de costume. O ser humano existia para cumprir algumas funções, tais como produzir bens e serviços e satisfazer aqueles que foram intitulados de seus líderes. Além de reproduzir e manter a existência da raça no planeta.
As máquinas existiam para produzir bens e serviços e com eles os tais líderes tiravam a sua jóia mais preciosa: o código "Luc".
Os homens eram livres, poderiam fazer o que quisessem, na hora que quisessem. Todo o consumo era para mera sobrevivência. Não havia descanso, apesar da liberdade, o homem se recusava a parar. Ter vontades era desnecessário, o que era realmente importante era produzir.
Os homens trabalhavam várias horas por dia, e passavam às horas restantes dormindo. O sistema funcionava. Se produzia muito. Não havia médicos. Havia manutenção, muitas vezes feita pelo próprio Líder, quando ele seguia fielmente o seu manual do proprietário.
Para se alimentar, os seres humanos comiam coisas feitas para serem comidas em segundos. Afinal de contas o maior gasto de qualquer sistema de Produção, é o gasto com energia. Quanto menos, melhor. As pessoas que nascem e conseguem se tornar líderes muitas vezes só conseguem devido a soluções criadas para minimizar gasto com energia.
Quando havia interesse do líder, as pessoas se divertiam afetivamente. Não que houvesse qualquer interação de sentimentos, mas os seres de sexo masculino seguiam uma programação feita em uma linguagem qualquer em que os dados de input eram fornecidos pelo ser de sexo feminino. Não pela vontade dela, mas pela captação de imagens existentes no dispositivo chamado de olho presente nos seres humanos. Quando o homem capta a imagem da mulher ele já tem os seus dados de entrada, nisso ele segue a programação baseadas em vários arrays, matrixes e ifs. A mulher, por sua vez, espera as primeiras palavras do homem para seguir na sua programação correspondente. Evidentemente que tal configuração, tanto do aspecto físico como da programação de "sedução", era conferida minuciosamente pelo líder e pelo fabricante. Geralmente, essa programação demorava algum tempo (geralmente de duas a três horas, que evidentemente eram ocupadas no tempo de repouso diário do componente) até a finalização que era em alguma oficina onde se fabricaria mais algum componente desse sistema de Produção (com letra maiúscula sim... afinal de contas "Produção" era uma entidade).
Não há religiões (pois sentimentos são desprezíveis), não há guerras (pois isso faria com que se perdessem máquinas), só importa a Produção.
domingo, 12 de agosto de 2007
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Retrato de uma terra de Alguém
Este é um assunto que muito me agrada. É... eu gosto da política daqui, ela é bem polêmica.
Todo o estado da Paraíba viu o que aconteceu na noite da última segunda-feira (30/07) no TRE.
E todo o estado também viu o que aconteceu no TSE na última quarta-feira (01/08).
Mas será que alguém viu o que aconteceu em Campina Grande nesse tempo? Será que alguém procurou saber como anda o clima das repartições públicas (a maioria situada em João Pessoa)?
Eu moro muito próximo a uma dessas repartições. As pessoas de lá hoje têm medo! Medo de perder o emprego que lhes sustentam. De não receber os salários em dia, já que nesse estado, um dia já deixaram o funcionário público sem receber seus honorários por SEIS MESES! E outra vez, fizeram com que o mesmo servidor se submetesse a fazer um EMPRÉSTIMO para garantir que receberia seu salário.
Sobre Campina, a cidade mais importante politicamente da Paraíba (se quiser tentar provar o contrário ficarei muito feliz em ver seu comentário) , posso garantir que aquela cidade vive em pé-de-guerra. Por vários assuntos (futebol, política, religião...) você pode começar a discutir com qualquer cidadão daquela cidade. E mais, você ainda pode conseguir deixá-lo chateado em expressar o seu ponto-de-vista. Mas, é necessário lembrar que esse cidadão nascido em Campina Grande, defende o seu lado (ou pensa que defende). Nada mais! Ingenuidade existe, mas esse é o pensamento do coletivo. E me perdoem os críticos, mas não existe cidade que sintetize melhor a Paraíba.
Alguns chamam esta cidade de "Cunhalimolândia". Eu não compartilho da opinião, mas não considero a denominação equivocada. Diariamente são mostrados exemplos disso. Quem nunca ouviu alguma história muito suspeita sobre os Verdes(2004-eleições municipais) ou os Amarelos(2006)
Agora não reclamem quando chamarem um certo canal de comunicação de "Correio da Má Notícia".
Eles são quase iguais a Campina Grande. Quase, porque no caso deles, eles sabem muito bem o que estão defendendo. Procure saber quem é o suplente do Senador José Maranhão...
Cuidado com o pré-julgamento, a favor ou contra, nada está decidido! Embora a cassação esteja lenta mas bem encaminhada. O Bem... O Mal... Quando foi que isso existiu?
Cuide logo e garanta sua secretaria enquanto é tempo! Ou você vai de ter de esperar mais três anos para receber o próximo cheque!
Todo o estado da Paraíba viu o que aconteceu na noite da última segunda-feira (30/07) no TRE.
E todo o estado também viu o que aconteceu no TSE na última quarta-feira (01/08).
Mas será que alguém viu o que aconteceu em Campina Grande nesse tempo? Será que alguém procurou saber como anda o clima das repartições públicas (a maioria situada em João Pessoa)?
Eu moro muito próximo a uma dessas repartições. As pessoas de lá hoje têm medo! Medo de perder o emprego que lhes sustentam. De não receber os salários em dia, já que nesse estado, um dia já deixaram o funcionário público sem receber seus honorários por SEIS MESES! E outra vez, fizeram com que o mesmo servidor se submetesse a fazer um EMPRÉSTIMO para garantir que receberia seu salário.
Sobre Campina, a cidade mais importante politicamente da Paraíba (se quiser tentar provar o contrário ficarei muito feliz em ver seu comentário) , posso garantir que aquela cidade vive em pé-de-guerra. Por vários assuntos (futebol, política, religião...) você pode começar a discutir com qualquer cidadão daquela cidade. E mais, você ainda pode conseguir deixá-lo chateado em expressar o seu ponto-de-vista. Mas, é necessário lembrar que esse cidadão nascido em Campina Grande, defende o seu lado (ou pensa que defende). Nada mais! Ingenuidade existe, mas esse é o pensamento do coletivo. E me perdoem os críticos, mas não existe cidade que sintetize melhor a Paraíba.
Alguns chamam esta cidade de "Cunhalimolândia". Eu não compartilho da opinião, mas não considero a denominação equivocada. Diariamente são mostrados exemplos disso. Quem nunca ouviu alguma história muito suspeita sobre os Verdes(2004-eleições municipais) ou os Amarelos(2006)
Agora não reclamem quando chamarem um certo canal de comunicação de "Correio da Má Notícia".
Eles são quase iguais a Campina Grande. Quase, porque no caso deles, eles sabem muito bem o que estão defendendo. Procure saber quem é o suplente do Senador José Maranhão...
Cuidado com o pré-julgamento, a favor ou contra, nada está decidido! Embora a cassação esteja lenta mas bem encaminhada. O Bem... O Mal... Quando foi que isso existiu?
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